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  • Alvor FM

Elisa Rodrigues regressa com novo single, ''Amor Perfeito''


"Amor Perfeito" assinala o regresso de Elisa Rodrigues às canções depois de em 2020 ter chegado à final do Festival da Canção com "Não Voltes Mais", música da sua autoria, cuja interpretação também defendeu.


Em "Amor Perfeito" Elisa Rodrigues volta a assinar a autoria do poema e da música, esta última em parceria com Feodor Bivol, e canta de forma plena com o sorriso e a doçura inconfundíveis que sempre traz ao texto e à melodia.

Com um início de carreira marcado por uma rápida ascensão, graças ao seu timbre sedutor que remete para o universo do jazz, Elisa Rodrigues transcende-se no seu último disco, "As Blue As Red" (2018), ao arriscar a composição de grande parte dos temas.

Elisa Rodrigues não tem um percurso linear. Gravou o disco de estreia, "Heart Mouth Dialogues", em 2011 e conquistou de imediato a atenção da indústria musical e do público. Pouco depois a jovem promessa acabaria por ser recrutada para gravar com a banda britânica These New Puritans, assumindo essa responsabilidade no álbum "Field Of Reeds", de 2013. Torna-se protagonista na digressão intercontinental do grupo e ao mesmo tempo que marca presença em alguns dos mais proeminentes eventos nacionais como Vodafone Mexefest, Cool Jazz, MED e Festival F, vai deixando a sua impressão digital em palcos internacionais míticos, como o da sala londrina The Barbican ou do Hollywood Bowl, em Los Angeles. Em 2018 a edição de "As Blue As Red" marcou o regresso de Elisa Rodrigues a solo, provando que tem um lugar só dela e que não pode ser ocupado por mais ninguém.

«Cresci a ver filmes da Disney, a ver princesas que dependiam de um príncipe para serem salvas e felizes, outras que perdiam a voz e as suas características mais especiais só para perseguir a ideia do amor perfeito. E já há muito tempo que me pergunto que efeitos isso deixou na minha maneira de procurar e vivenciar o amor.

Este tema fala sobre a altura em que entendi que o amor perfeito só existe mesmo em flor e que a própria flor se chama assim porque tem vida curta. Fala sobre tentar desistir, mas ao mesmo tempo sobre a inevitabilidade de nos apaixonarmos. Da aprendizagem que é encontrar a paz e fazer casa no bom, sem querer o perfeito.»

Elisa Rodrigues


Universal - Foto:D.R.