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Elida Almeida lança ''Dondona'' single de avanço do novo álbum


"Di Lonji" é o quarto disco de estúdio da cantora e compositora cabo-verdiana Elida Almeida, que tem data de edição prevista para dia 27 de janeiro de 2023, pela editora Lusafrica. Depois do primeiro single "Mau Menino", eis que chega o segundo tema de avanço deste trabalho, "Dondona", já disponível em todas as plataformas de streaming, acompanhado por um videoclipe oficial que está disponível no canal de YouTube da artista.

Elida Almeida, uma das maiores vozes da atualidade cabo-verdiana, referida por muitos como a líder da nova geração musical do país, encontra-se em fase de finalização do novo trabalho de estúdio. A escolha do nome "Di Lonji" não é inocente, espelha a sua essência e trajeto. Retrata Elida, de onde vem geograficamente, mas também todas as distâncias de Cabo Verde, desde a zona de origem, ao caminho da concretização dos sonhos, o alcançar dos objetivos, trespassando todas as barreiras. O disco representa toda essa intensa e persistente caminhada, com todos os fatores que o dificultaram e que foram ultrapassados, o vencer todos os estereótipos, a busca de aprovação que a fez chegar aqui.

Já este novo single "Dondona" é um tema com duplo significado, é inspirado na relação com as avós. Da avó paterna, revela o orgulho de com ela ter crescido, os ensinamentos, a aprendizagem desde o 1º ano de idade. Foca o infindo valor das rugas, hoje com 93 anos, pelo conteúdo do que está por detrás de cada momento vivido. Inspirada nas duas avós, salienta o forte significado de receber a bênção, a que chama de banho de energia.

Conhecida pela maturidade, talento e generosidade da sua escrita e interpretação, Elida Almeida deu-se a conhecer ao mundo em 2014, ano em que foi descoberta pelo produtor José da Silva - também responsável por apresentar Cesária Évora ao mundo. Oito anos depois da estreia, Elida Almeida faz o balanço de todo este seu percurso, onde já chegou. Assim batiza o seu quarto álbum: "Di Lonji, "De longe".

"Venho de um país que, há algumas décadas, nem estava no mapa. Venho sobretudo do interior da ilha de Santiago, de uma paisagem tão profunda, tão remota, que a maioria dos seus habitantes nunca a abandona. Visitei 50 países, ganhei muitos prémios e divulguei as minhas criações pelos quatro continentes..." explica Elida.

Um destino extraordinário, pelo seu talento e pela sua tenacidade. Elida está convencida de que deve isso à sua carreira excecional, às suas raízes sólidas, às suas figuras tutelares que homenageia com infinita ternura neste disco, um colar de pérolas íntimas.




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